Review: Final Fantasy XII

Por: André Breder Rodrigues

Ficha Técnica:

Ano de lançamento: 2006
Produtora: Square-Enix
Gênero: RPG
Número de jogadores: 1

Introdução:

A série Final Fantasy é hoje uma franquia consagrada no mundo dos games, com milhões e milhões de cópias vendidas de seus jogos. Desde que a “fantasia final” nasceu no NES em 1987, o sucesso desta série foi crescendo mais e mais a cada lançamento, e o “imortal” PlayStation 2 também foi agraciado com jogos da franquia, como o excelente Final Fantasy X e sua continuação direta Final Fantasy X-2.

Só que nesta análise eu irei falar no último lançamento da série para o nosso “highlander”: Final Fantasy XII, um game que foi uma despedida em grande estilo da franquia no 128 bits da Sony.

Um game com uma história mais adulta

Final Fantasy XII foi um projeto bem ambicioso da Square-Enix, onde
ela soube aproveitar bem todos os recursos do PlayStation 2, criando um game que é quase que uma obra de arte! As imagens em CG da abertura do jogo já dá a deixa para o jogador de que mais uma aventura de proporções épicas estar por vir, ainda mais que estas cenas são conduzidas com maestria com o clássico tema principal da série!

A história, bem mais adulta do que a vista nos outros títulos da série, traz uma trama cheia de dramas pessoais, guerras e conspirações políticas. Você não encontrará no enredo de Final Fantasy XII clichês do gênero, como casais apaixonados ou vilões que querem destruir o mundo. Aqui tudo é mais humano e próximo de nossa realidade, com governantes ambiciosos que usam de artimanhas políticas para manter o seu domínio, ao mesmo tempo que buscam novas conquistas.

Mesmo tendo um história interessante, adulta e cheia de reviravoltas, Final Fantasy XII não traz personagens tão carismáticos ou envolventes como de outrora: o protagonista Vaan, por exemplo, é um personagem muito simples, tanto que no decorrer da aventura a personagem Ashe parece até assumir o seu posto, tamanha é o destaque que ela ganha na trama do jogo, deixando Vaan até mesmo em segundo plano.

Mas para compensar o fraco protagonista, temos personagens secundários que conseguem ser interessantes, como o pirata Balthier, que tem uma personalidade egoísta similar a de Han Solo, personagem criado por George Lucas para sua mítica série de filmes Star Wars.

E por falar em Star Wars, todos os fãs de longa data da franquia Final Fantasy sabem muito bem que os produtores da Square-Enix são fãs declarados da obra cinematográfica de George Lucas, e em Final Fantasy XII chega a ser gritante essa influência, pois nele temos também um “Império do Mal” que subjuga os povos com mãos de ferro, enquanto um grupo de “rebeldes” tenta re-estabelcer a ordem no mundo. E qual fã de Star Wars que tenha jogado Final Fantasy XII não achou o frio Juíz do Império Gabranth similar ao personagem Darth Vader? Até a voz abafada de Gabranth, por causa de sua permanente ostentação de um capacete que lhe cobre toda a face, soa similar com a voz robótica do Lord Sith.

Gambit System?

Entre as várias novidades que Final Fantasy XII trouxe para a série, a que mais chamou a atenção foi o “Gambit System”. Diferente do que ocorreu nos outros games da franquia, em Final Fantasy XII as lutas ocorrem em tempo real, e para facilitar as coisas para o jogador, ele poderá se preocupar em comandar apenas um dos personagens e deixar os outros dois, que formam o seu grupo, sendo controlados pelo computador.

Só que a forma que eles irão se comportar em batalha, dependem das definições feitas previamente pelo jogador, por meio do “Gambit System”.

A programação deste sistema é bem simples (mesmo que a primeira vista pareça o contrário), onde o jogador deverá selecionar o que acionará o “Gambit” (Causa) e o que o personagem controlado pelo computador deverá fazer caso ocorra tal situação.

Ele terá também que definir com sabedoria a prioridade de cada ação dos seus aliados, para que tudo ocorra sem maiores problemas. É possível ainda jogar sem o auxílio do “Gambit System”, mas isso acaba deixando o sistema de combate trabalhoso e complicado demais, por isso não é aconselhável “desligar” este sistema. Mas mesmo jogando com o “Gambit System” em funcionamento, o jogador poderá ainda a qualquer momento, delegar ações aos outros personagens ao acessar o menu dos mesmos, assim como poderá também escolher fugir de um inimigo.

License Board?

Em Final Fantasy XII existe um novo sistema de habilidades que recebeu o nome de “License Board”. Ele é um pouco parecido com o “Sphere Grid” de Final Fantasy X, mas ele não tem caminhos para serem seguidos, sendo bem mais simples: em uma tabela, que se assemelha a um tabuleiro de Xadrez, o jogador pode habilitar as técnicas/magias desejadas com o uso dos “License Points”, que são adquiridos a cada monstro derrrotado em combate.

Agora o curioso é que, apesar de você já ter que possuir um certo número de “License Points” para tornar uma habilidade disponível para o uso dos personagens, ainda é necessário comprar, nas várias lojas espalhadas pelo jogo, uma “licença” para poder usá-la! Ou seja, o jogador tem um duplo trabalho para conseguir técnicas/magias para seus personagens, pois precisará tanto de dinheiro, quanto de “License Points”. O bom é que ambos são adquiridos ao vencer os inimigos, o que de certa forma ameniza um pouco o trabalho. A primeira vista isto parece complicado, mas logo o jogador já se acostuma com este modo de jogo, e pega o hábito de sempre comprar antes a licença de cada habilidade desejada antes de torná-la disponível no “License Board”.

Além das técnicas e magias, é no “License Board” que o jogador terá que habilitar quais armas e armaduras cada personagem pode usar, também a custo, claro, dos “License Points” e de dinheiro, pois ainda será necessário comprar as armas/armaduras nas lojas após adquirir a licença.

Apesar de parecer complicado demais, o “License Board” acaba dando ao jogador um poder de customização de seus personagens bem alto, já que ele pode, praticamente, deixá-los da maneira que bem entender. Quer fazer com um personagem seja um Mago poderoso? Isso é possível. Mas que tal deixar todos os personagens tão hábeis tanto no campo da magia quanto no combate com armas pesadas? Isto também é possível!

Nenhum dos personagens de Final Fantasy XII tem um classe definida, portanto o jogador pode muito bem gastar bastante tempo em batalhas e deixar todo o seus grupo com as melhores habilidades que o jogo oferece, fazendo com que haja um equílibrio enorme entre todos eles.

Vale citar também que ao tornar disponível uma habilidade no “License Board”, os quadros ligados a ela se revelam, possibilitando assim que outras possam ser adquiridas também.

Quickenings e Espers

Os Quickenings são parecidos com os Limit Breakers dos games anteriores, mas são usados de uma maneira bem diferente, sendo que inicialmente eles devem ser habilitados no License Board. Cada personagem pode ter até 3 Quickenings no máximo, e cada Quickening no game é único: uma vez que um determinado personagem aprende um deles, nenhum outro poderá também habilitar o mesmo Quickening.

A medida que um personagem vai habilitando os seus Quickenings, sua barra de magia (MP) vai aumentando, na seguinte proporção: tendo dois quicknings o MP dobrará, e tendo três Quickenings ele triplicará! O bacana dos Quickenings é a possibilidade de executar vários hits nos inimigos, com os personagens alternando seus poderosos ataques!

Os Espers são as summons de Final Fantasy XII, sendo que existem 13 em todo o jogo. Para conseguir convocá-los para auxiliar nas batalhas, antes o jogador tem que vencê-los, e então habilitá-los no License Board. Da mesma forma que ocorre com os Quickenings, cada Esper só pode ser integrado a um único personagem, e somente ele poderá utilizá-lo.

Quando convocado para o campo de batalha, o Esper irá substituir os outros dois membros do grupo, ficando na tela somente o personagem que o chamou. O Esper poderá desta maneira ajudar o personagem durante 90 segundos, no máximo. Vale citar que um Esper não ganha experiência ao vencer batalhas, limitando a ter seus atributos baseados no nível do personagem que o comanda.

Gráficos e Sonoridade

Em termos gráficos Final Fantasy XII é fabuloso! Ele superou com sobras os games anteriores da série que foram também lançados para o PlayStation 2. Os cenários logo chamam a atenção devido ao seu grande número de detalhes para serem observados: cada cidade do game é enorme e cheia de vida! Existe um número enorme de NPCs espalhados pelo mundo de Final Fantasy XII, fazendo com que o jogador tenha a imprenssão de estar no meio de um RPG Online!

Os personagens e criaturas que povoam Final Fantasy XII possuem um design bem bacana, e nos colocam em um mundo medieval fantástico, onde seres das mais diferentes raças convivem entre si. O universo de Ivalice é bem vasto, com vários tipos de regiões: campos, desertos, áreas com neve, etc, tudo é representado na tela com extrema competência e transmitem ao jogador um sentimento de realismo sem tamanho!

Mesmo não contando mais com o talento de Nobuo Uematso para a criação da trilha sonora do game (o mestre apenas “contribuiu” com o clássico tema da série que toca na linda abertura de Final Fantasy XII), o time da Square-Enix não fez feio, pelo contrário! Hitoshi Sakimoto (que já havia trabalhado nas trilhas sonoras de Final Fantasy Tactics e Vagrant Story) foi o responsável pela grande maioria dos temas musicais de Final Fantasy XII, e fez um trabalho excelente! A qualidade encontrada no trabalho desenvolvido por Sakimoto é algo espetácular, trazendo músicas variadas e que servem para realçar todos os diversos climas da aventura do jogo.

Os efeitos sonoros também não ficam devendo em nada em relação ao que já foi visto anteriormente na série, sendo que tudo foi feito com um extremo cuidado por parte da equipe da Square-Enix, o que resultou em sons bem reais. A dublagem dos personagens também ficou muito boa, sendo totalmente digna de elogios.

Jogabilidade e Dificuldade

Games do gênero RPG normalmente trazem uma jogabilidade fácil, e os jogos da franquia Final Fantasy não são exceção. Só que em Final Fantasy tudo é ainda mais simples, pois graças ao já mencionado “Gambit System”, o controle dos personagens durante as batalhas ficou bem mais fácil. A possibilidade de já colocar ações pre-determinadas para serem executados pelos heróis do game ajudam em muito nesta questão, deixando o jogador se preocupando apenas com um dos personagens, neste caso o líder do grupo.

Mesmo as batalhas ocorrendo em tempo real, bastará o aperto de um botão para que o líder do grupo dos heróis possa ter acesso a um menu, de onde poderá até mesmo alterar as ações de seus “subordinados”, bem como fazer uso de alguma magia ou técnica própria. Os menus do jogo fora da área de combate são todos bem característicos do gênero, e qualquer jogador mais experiente em RPGs não encontrará dificuldade alguma em utilizá-los.

E seguindo também o padrão dos atuais games do gênero, Final Fantasy XII está longe de ser um game difícil. Lógico que o jogador deverá sempre travar batalhas para desta forma ganhar experiência para seus personagens, melhorando assim os atributos dos mesmos, bem como juntar dinheiro para comprar sempre as melhores armas e armaduras disponíveis, para manter o nível de dificuldade do game bem moderado.

Alguns chefes deverão, no entanto, ter um cuidado todo especial por parte do jogador, que terá que descobrir a maneira mais eficaz de derrotá-los. Partir para cima e usar apenas a força bruta não será suficiente em grande parte dos confrontos contra os chefes do jogo, sendo necessário antes utilizar de estratégia e lógica para se sair vitorioso.

A grande maioria dos labirintos do game são enormes, e a exploração deles deve ser feita com paciência e dedicação, mas nada que seja realmente complicado ou difícil. Novatos no gênero poderão até passar por momentos de aperto, mas veteranos não irão achar Final Fantasy XII um game complicado.

Conclusão

Final Fantasy XII agradou grande parte do público gamer e da crítica especializada. O game teve inclusive uma análise publicada na revista japonesa Famitsu, onde foi o sexto game da história da revista a conseguir a pontuação máxima de 40/40, além de ser o primeiro game da franquia Final Fantasy e o primeiro jogo de PlayStation 2 a conseguir este feito!

Final Fantasy XII também teve boas vendagens: foram mais de 5 milhões de cópias vendidas, o que fazem dele um dos games mais vendidos de todos os tempos dentre os que foram lançados para o PlayStation 2!

Eu particularmente tenho o game Final Fantasy XII como um dos meus preferidos, sendo que já o terminei duas vezes e sempre me vejo com vontade de iniciar uma terceira jogatina com ele! Um game altamente recomendado para os fãs do gênero RPG!

23 Responses to “Review: Final Fantasy XII”


  1. 1 Orakio "O Gagá" Rob junho 6, 2009 às 11:13 am

    Eu sempre tive curiosidade de jogar esse Final Fantasy, porque tem uma turma do Final Fantasy Tactics envolvida na equipe, e eu gosto muitíssimo de Final Fantasy Tactics.

  2. 2 André Breder junho 7, 2009 às 8:41 am

    Eu nunca gostei do Final Fantasy Tactics, mas sei que ambos (Tactics e FFXII) se passam no mesmo mundo (Ivalice).

    Se um dia você for jogar o FFXII Gagá, creio que já estará bem familiarizado com as raças, monstros e o estilo da história do game, pois ambos saíram da mente brilhante de Yasumi Matsuno (produtor de Final Fantasy Tactics), pois o mesmo foi o responsável pela história e o conceito de FFXII.

  3. 3 Bode de Boina junho 12, 2009 às 12:43 pm

    Engraçado como esse FF me chama mais atenção que o FFX…

  4. 4 André Breder junho 13, 2009 às 8:59 am

    Gosto de ambos (FFX e FFXII), mas confesso que curto mais o XII.

  5. 5 aleff moraes julho 7, 2009 às 10:05 pm

    o melhor jogo de rpg de ps2 que joguei foi ff12 eu ainda nao completei o jogo inteiro ainda falta alguns itemns
    e armas secretas do jogo nao peguei uma dica na internet sequer desde o começo do jogo que nao uso truque de internet entao queria dizer que adorei esse jogo valeuuuuu! galera.

  6. 6 André Breder julho 7, 2009 às 11:56 pm

    Valeu Aleff pelo comentário e boa sorte na procura dos itens e armas secretas do FF XII que você ainda quer possuir.

  7. 7 Felipe setembro 3, 2009 às 3:02 pm

    O Melhor Final Fantasy sem sombras de dúvida.
    Quem ainda não jogou eu aconselho a jogar.
    É um grande jogo, muito bem feito.
    Abraço a Todos.

  8. 8 Final lokos setembro 13, 2009 às 5:16 pm

    mano to preso na primeira parte do jogo e cha to preso oq eu fasso de pois de matar o Wolf in the Waste – Thextera

  9. 10 ELISEU setembro 17, 2009 às 7:42 am

    eu adoro final fantasy xii………..e muito lecal!!

  10. 11 Caio setembro 23, 2009 às 6:56 pm

    Eu vejo muita gente falando em criar armas no Final Fantasy XII (Playstation 2), porém eu já estou + – na parte final do jogo em Giruvegan e não sei como se cria estas coisas.

    Como eu faço para cria-las? Pelo que eu vi é preciso alguns itens, mas e ai onde é que eu vou para criar elas?

    • 12 André Breder setembro 23, 2009 às 10:15 pm

      Eu confesso que não tive saco para ficar criando armas no Final Fantasy XII, tendo apenas me limitado a possuir as armas que são colocadas à venda nas lojas, portanto não posso ajudá-lo nesta questão. Mas dê uma olhada no Gamefaqs que lá deverá ter um guia para isso.

      • 13 FFXII outubro 8, 2010 às 5:04 pm

        As armas para criar saum feitas vendendo em lojas,vendedores etc…A tounersol por exemplo tem que vender 3xGEMSTEEL,3xEMPERYAL SOUL,3xSERPENTARIUS,que naum saum muitos faceis de encontrar, mas vale a pena,ela tem de ataque 140 e de evade 25 e uma chance de combo(hits)de 12%.
        Espero ter ajudado.

  11. 14 mateus novembro 1, 2009 às 7:59 am

    affs,É IMPOSSIVEL JOGA ESSE TROÇO,NAO ENTENDO NADA,TO NUM DESERTO QUE TEM UM DINOSSAURO,TO LVL 1 ,SEI LA COMO QUE PASSA.

    • 15 matheus janeiro 11, 2010 às 9:10 pm

      Kra nu deserto tu só tem que catar o flowering cactoid…
      Jah aproveita pra upar também ;D…
      Quanto ao dinossauro, ele não te ataca. Ele eh passivo ( todos os monstros com a barrinha verde são passivos).
      Espero ter ajudado.
      Alquem pode me dizer o jeito mais facil de matar o Ahmdralech???
      Obrigado

  12. 16 lubart fevereiro 18, 2010 às 2:53 am

    nunca havia jogado um RPG,então peguei FFXII p/experimentar
    nunca + parei d/ jogar .virei fã incondicional desse tipo de jogo
    e FFXII tornou-se uma paixão!!!!

  13. 17 André luiz fevereiro 22, 2010 às 9:34 pm

    ff 12 é um rpg competente não é o melhor ff mas é muito bom , gostei mais do 10 só que o 12 tem uma dificuldade bem maior me descabelei pra vencer certos chefes . teve gente que não curtiu o sistema de batalha talvez pq não se acostumou com ele .

  14. 18 sidnei nunes dezembro 17, 2010 às 10:24 pm

    sera que alguem pode me dizer como eu devo usar o gambit corretamente por favor estou muito agarando no jogo pois nao sei usar os gambit!!!!!!! socorro!!!!

  15. 19 leandro(leon belmont)alves agosto 21, 2011 às 10:38 am

    quando a galera aqui de casa botou esse jogo para rodar no meu falecido PS2. a gente imaginava que iria ser a continuidade do FF Tatics, já que se passa no mesmo mundo, que iriam mencionar Ramza,Agrias,Orlandu e Delita e seus feitos, as Zodiac Stones iriam reaparecer… ledo engano.

    mas eu não achei ele ruim,apesar da maioria cruxificar esse jogo. quem não se empolgava no começinho do game onde Vaan treinava naquele deserto? era um MMO de console ou parecia. eu levei 120 horas de game para zera-lo. eu achei bom e excelente. e me marcou but…, mas tem alguns contras que mataram a magia do jogo…

    nenhum personagem era carismático: você não tinha aquela sensação que algum dos personagens se identificava com você e fazia aquele personagem ou vilão como o seu favorito. e acho que não deram muita profundidade na personalidade de cada um. ainda bem que consertaram isso no FFXIII…

    Vaan: ele era para ser o personagem principal e o líder do grupo. mas não,Balthier tem mais cara e pose de líder. Basch também daria um bom líder.

    Romance: não há. no máximo umas ceninhas com Vahn e Penelo,mas o cara é tão tapado que nem sobe e nem desce, que o jogador zera o game e eles não acabam juntos.Penelo não tem o Sex Appeal de Ashe e Fran, mas daria um bom caldo.(he,he,he.)

    Summons: praticamente inuteis. não que eles não sejam ultra- poderosos,mas dá para zerar o game sem invoca-los em batalhas uma unica vez. e olha que peguei todos os summons (prefiro chama-los de GF. chamo eles assim desde FFVIII) e nem quis ver e usar eles. pelo menos os GFS são os mesmos de Final Fantasy Tatics.

    Vayne: o ultimo chefão do game é uma piada. cheguei a matar ele no LV 50 e quase não me deu trabalho. Ultimecia, chefe final de FFVIII do PS1,eu com todos os personagens no LV 100, levei 3 horas pra mandar ela pro raio que o parta. eu matei ele com as meninas do grupo. Fran como a líder indo com uma baita lança,Ashe(morro de amores por ela) foi de arco e flecha e Penelo foi com um baita martelão. eu diria que levei 10 minutos para matar as 3 formas dele para curtir o belo final. mas mesmo com esses contras, dá para zerar o game e acresentar ele como um dos seus favoritos. principalmente se você for fã assumido de FF.

  16. 20 50 cent fevereiro 18, 2012 às 9:17 pm

    FF12 O melhor do mundo ZIKA

  17. 21 Liliane abril 26, 2012 às 12:25 pm

    Sinceramente, tb nao gostei do sistema de batalhas… Prefiro + o estilo turno tradicional do FF, sem contar que o novo sistema torna + dificil matar certos chefes… Mas mesmo assim, FF é sempre FF!!!

  18. 22 PAULO julho 28, 2012 às 7:57 pm

    comprei o final fantasy XII pirata. mas e em japones ai fica foda jogar . outra coisa como faso pra defende???

  19. 23 rodrigo agosto 7, 2012 às 1:29 pm

    para usar o gambit eso ler se voce nao quiser ler para de jogar final fantasy


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