Arquivo para setembro \29\UTC 2009

Review: Shadow Hearts – Covenant

Por: -Zero-

Ficha Técnica:

Ano de lançamento: 2004
Produtora: Nautilus
Gênero: RPG
Número de jogadores: 1

A história

O jogo no começo você fica meio sem entender nada, principalmente para quem não jogou o primeiro game da serie, porém com o decorrer do jogo, apos as primeiras horas é que você começa a mergulhar na estória, deste que além de ser um épico, é um maravilhoso rpg com todas as letras, você vai sentir todas as emoções que poucos são os jogos que conseguem passar, ou seja, você vai rir, ficar espantando, vai ficar orgulhoso, com raiva, indignado e tudo mais, as emoções que o game consegue passar são muito boas e convincente, nada robótico.No jogo tem dois finais, a qual cabe a você decidir qual fazer, como muitos sabem, esse jogo é uma continuação não linear do aclamado Koudelka do PALYSTATION1, portanto você pode esperar do jogo muito suspense, drama, batalhas estonteantes e muito mais.

Gráficos

No inicio do game, você não vai dar muito valor aos gráficos, pois parecem muito antigo, pouco acabado e sem vida, porem é só você sair na primeira floresta do game que você começa a notar os avanços, muitas arvores bem feitas, quase não se vê nenhum estouro de polígono, os cenários de batalhas não simples porem muito de acordo com a fase em que vc se encontra, e logo nas primeiras cidades vc nota o estupendo trabalho feito, cidades perfeitas, muito bem texturizada, com sombras legais, vários itens, pessoas passeando, você não vai dizer, acho que podia ser melhor, cada cenário é muito bem caracterizado de acordo com o ambiente em que ele situa-se, seja uma caverna, uma catedral ou um simples quarto, os personagens são estupendos, como são meio no estilo japonês não espere nada tão realista, claro que não é nenhum FF. (sou fan de Final Fantasy), Cada personagem é muito bem trabalhada com expressões faciais e corporais, em uma determinada fase, uma das integrantes do grupo faz uma espécie de dança árabe, que por sinal não deixa nem um pouco a desejar a nenhum filme por ai, deixa a jade da novela o”clone sem graça (ta bom, não é pra tanto), os efeitos de luz e sombra de cada personagem se adequa ao cenária, os inimigos também são muito bem trabalhados e criativos em seus gráficos, no geral os gráficos são dignos de um ps2, aproveitando em muitos aspectos a grande potencia do console.

Som

O som do game é muito bom, em cenários abertos, a musica ambiente se encaixa perfeitamente, muito nítido e limpo, sendo som de passos, gritos, gargalhadas ou choro, as batalhas também tem seu charme a parte, com som muito bem bolados e que tem tudo a ver com o ritmo da batalha ou o tipo de inimigo enfrentado, por exemplo se você esta em uma fase triste e o inimigo soa meio mórbido, a musica vai ser relex, agora se o inimigo for nervoso e a batalha for meio frenética, a musica será uma no estilo árabe, muito boa, por fim cada fase tem um estilo musical, algumas vezes as musicas vão se repetir, porém nada que deixe você enjoado, uma vez que as trilhas são muito boas de serem ouvidas.

Sistema de Batalha (Jogabilidade)

Quanto ao sistema de batalhas, quem jogou Legend of Dragoon, vai se familiarizar facilmente com o sistema, pois leva quase o mesmo gênero, um circulo com alguns lugares coloridos e um ponteiro, quando o ponteiro chega na marca colorida e você aperta o botão de ação o personagem executa um ataque, porem a um espaço em vermelho se você acerta-lo o personagem executa um ataque mais poderoso e com mais chance de um “Critical Hit” com o passar o jogo você ganha itens que pode elevar a quantidade de golpes executados até no maximo 5 hits, cada personagem tem um habilidade em especifico, e um elemento base, fogo, água, vento, terra, escuridão e luz, o personagem Yuri, tem o poder de se transformar em demônios, junto a eles, um é o anjo da luz e outro o anjo da escuridão, e o mais forte Amon que é o demônio ao qual acompanha toda a trama, mais tarde também surge um personagem que pode se transformar também, o sistema de batalha em si é muito intuitivo, porem pelo fato dos personagens nunca tirarem muito de “hp” do inimigo com um golpe, em determinadas batalhas você chega a perder 20 minutos, mais nada que te deixe desanimado, os botões tem uma boa precisão na hora da batalha, e os efeitos de luz das batalhas tbm são muito bons.

Diversão

Realmente neste jogo, um grande fato é sem duvida alguma a diversão, pois a cada duas horas jogadas uma surpresa da nova da vida ao jogo, uma quest paralela, uma personagem novo que surge, um pouco mais da estória é claramente revelada, ou quando você pensa que aquela cara vai ser teu pior inimigo no jogo ele é só mais um simples chefe e quem você imagina que é teu amigo se torna seu pior inimigo.

Conclusão

Shadow Hearts Covenants é um dos melhores jogos do genero para o ps2,não fica devendo nada para nenhum grande rpg, seja em personagens carismáticos, historia convincente, uma dramaturgia incrível, quem joga ele sempre acaba querendo mais, ou fica torcendo por uma continuação, se você ainda não jogou este jogo, espero que este review te deixe com vontade de pelo menos conferir este excelente game.

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Nirvana: Courtney não autorizou Kurt cantando Bon Jovi em Guitar Hero 5!

Por: André Breder Rodrigues

O advogado de Courtney Love falou com o TMZ.com sobre o uso do personagem do ex-marido da cantora, Kurt Cobain, no novo game “Guitar Hero 5”. O game levou altas críticas depois de chegar às lojas, quando surgiu um vídeo de Cobain cantando músicas de Bon Jovi, PUBLIC ENEMY e BUSH.

O advogado disse que a víuva de Cobain deu permissão para os produtores do jogo usarem o nome e a aparencia de Kurt – mas ela nunca assinou um contrato na qual permitia o uso da imagem de Kurt cantando canções do Bon Jovi.

O advogado de Love disse, “A Activision está explorando a imagem de Kurt de uma maneira contrária ao propósito de sua música, espírito e essência”.

“Eu, junto com a Sra. Cobain, espero que aqueles que amam a música de Kurt mandem suas críticas para a Activision, e peçam para que sua imagem não apareça cantando músicas do BON JOVI”.

Notícia retirada do Whiplash.

Cosplay da Semana: Lulu (Final Fantasy X e X-2)

Por: André Breder Rodrigues

Simplesmente babem fãs de RPG!!!

Não é todo dia que podemos ver uma personagem de um game fazendo Topless! Semana que vem tem mais!

Review: Okami

Por: Dinhowr80

Ficha Técnica:

Ano de lançamento: 2006
Produtora: Clover Studio
Gênero: Ação/Adventure
Número de jogadores: 1

Introdução:

Bom vou começar pela História que gira em torno de Amaterasu (Deusa do sol também conhecida divindade japonesa que vela sobre os homens.) Nasceu do olho esquerdo de Izanagi (o Deus criador dos Deuses Inferiores e dos homens) e domina o panteão shintoista, a religião tradicional japonesa. Ela é representada por uma entidade feminina empunhando um disco solar.

Houve uma era, a muito tempo atrás, em que um poderoso demônio chamado Orochi, assolava o mundo oriental. Ninguém ousava desobedecer as vontades da besta, e para saciar sua cede de destruição, ele exigia o sacrifício de uma virgem nas noites de lua cheia. Mas quando tais dias se aproximavam, um misterioso lobo de pelos brancos, portando brilhante e reluzente disco em suas costas, aparecia nos arredores da vila na qual a escolhida para ser sacrificada vivia.

Assim, os habitantes daquele pais passaram a chama-lo de Shiranui, o emissário do demônio Orochi. Um guerreiro chamado NAJI por varias vezes se colocou 1º para o desafio,mas era vencido pelo poderoso lobo. Mas um dia decide enfrentar e selar OROCHI de uma vez por todas pois a mulher que ele amava dessa vez foi a escolhida para o sacrificio na lua cheia.

Então em frente a caverna da Lua se iniciou o combate,mesmo com a grande força que possuia NAJI ele e sua espada não coseguiram se quer perfurar a carcaça resistente como aço de OROCHI e durante anoite toda se degladiaram sem que ouvesse um vencedor. Já exausto e sufocado pela nevoa negra que pairava no ar, NAJI começou a sentir derrotado e sem espença quando Shiranui (Amaterasu)o lobo branco que vencera OROCHI por tantas vezes surgiu e se pôs entre os dois.

Então na caverna escura onde ocorria aquela demorada batalha o disco reluzente de Amaterasu brilhou como um sol,partindo para cima de OROCHI que recuou ao ser atacado diante do poder do lobo branco. Ventos místicos eram evocados para desviar as chamas expelidas pelo demônio, árvores brotavam milagrosamente do chão para bloquear os seus ataques, mas o demônio possuía uma barreira mágica ao redor de seu corpo, que impedia o lobo de derrotá-lo, e assim, a luta prosseguiu.

O lobo já cansado e ferido por uma das cabeças do demônio uivou para o céu, e as nuvens negras que pairavam no local imediatamente se dissiparam, deixando passar assim os raios da enorme Lua que imediatamente reluziram na espada do guerreiro Naji. A espada se tornou dourada, e Naji , com suas últimas forças, pode assim perfurar a barreira mágica e dilacerar o corpo do demônio.

Com o fim de Orochi, as pragas desapareceram, as florestas voltaram imediatamente a florir e o céu apareceu por completo, mas o lobo branco, enfim, sucumbiu ao veneno de Orochi, e caiu enfermo sendo pego nos braços por Naji, e trazido de volta à vila. Mas ao voltar, o lobo já não se movia mais, e morreu pouco tempo depois.

Os habitantes, então, construíram em cima de seu tumulo, um monumento em homenagem ao poderoso salvador de suas vidas, uma estátua do lobo branco, e a espada de Naji, foi depositada dentro da Caverna da lua, de modo a selar o demônio dentro dela, para que seu poder nunca mais voltasse a aparecer. Esta é a lenda de Amaterasu deuza do sol passada de geração para geração pelo povo daquela vila.

Mas a História começa 100 anos depois dos acontecimentos acima,um desconhecido e descrente dos restantas dos moradores da vila invade a caverna e retira a espada de NAJI que selava o demônio lebertando assim OROCHI que passou esses anos todos recuperando seus poderes negros.

Depoi de solto OROCHI espalhou rapidamente seu poder negro pelo mundo destruindo toda natureza e povoando as regiões com suas criaturas sombrias, e mais uma vez, o caos tem início.

Mas um habitante um dos últimos seres sagrados remanescentes dos tempos antigos, ainda vivia protegendo as florestas, seu nome era Sakuya, a protetora das Arvores Sagradas.

Ainda com seus poderes diminuídos devido à destruição das árvores sagradas pelas pragas de OROCHI,usa a pouca força que le resta para evocar OKAMI (Amaterasu) mais uma vez para derrotar o demônio.

Sobre o game:

Okami sem dúvidas dá uma aula de mitologia Japonesa (eu adoro mitologia) mas é totalmente baseado em lendas. É um game de aventura e exploração com uma jogabilidade inovadora e criativa,fazendo com que essa aventura se torne inesquecível.

Falando na gameplay você movinta a loba com o L3(analogico esquerdo do PS2)o R3 serve para você utilizar o pincel magico(uma das coisas mais legais dos ultimos anos) que funciona como um pincel mesmo para se fazer pinturas,que funciona muito bem no controle do PS2.

Ao se segurar o botão R1, a tela se torna uma moldura de cor pastel, e um enorme pincel(R3) aparece, e com ele, você pode modificar o jogo. Durante o game é possível adquirir novos golpes para Amaterasu assim como novas técnicas para o pincel, entretanto cada qual tem suas maneiras próprias de evoluir. As técnicas para a utilização do pincel são aprendidas ao longo do game via ensinamentos de algo ou alguém para Amaterasu, enquanto para a arte marcial de Amaterasu é necessário ir acumulando experiência para tal, e tal acumulação de experiência também não é nada ortodoxo.

Mas aqui diferente de outros jogos a melhor maneira para se ganhar experiência não é matar os adversários e sim fazer boas ações(ajudar pessoas ou recuperar paisagens etc).

Claro que para as batalhas você tem os botões para ataque,mas o que torna muito mais facil as lutas é o maravilhoso pincel. O unico contra da gameplay que está quase perfeita para mim foi a falta de um botão para travar a mira,mas nada que atrapalhe a experiência de jogo.

Okami é um dos games mais belos visualmente e conceitualmente da historia dos jogos,com graficos que parecem que sairam diretamente de uma pintura para a tela da TV.

Incrível como a Clover Studios conseguiu fazer com o console da SONY,Sem exageros a direção de arte de Okami é algo fora do comum. Acho que não existe nenhum outro game tão bem trabalhado artisticamente quanto ele.

O game parece uma pintura viva da era feudal no Japão, o cell chadding foi elevado a outro patamar, que deixa qualquer outro game a utilizar dessa técnica à quilômetros de distância. Pode-se dizer que Viewtiful Joe foi o laboratório da Clover para criar a maravilha que são os cenários de Okami.

As cidades são enormes, os bosques são enormes, as dungeons são enormes, e enorme também é a quantidade de detalhes contidos nos mesmos, tantos que deixam as localidades do game com jeito de terem sido desenhados à mão. Não existe um personagem igual a outro: cada um deles tem seu design e características muito bem definidas, com exceção ao Mestre do Dojo, um senhor que ensina movimentos novos para Amaterasu e é o mesmo em todos os Dojos do game. Este personagem é bem interessante pois tem os mesmos movimentos de transformação de Viewtiful Joe (quem jogou ou viu o anime vai entender do que estou falando).

Outra coisa que ganha destaque com facilidade é a trilha sonora de Okami, com composições orientais de 1º grandesa tornando essa experiência epica,que nos levam completamente para o ambiente retratado pelo game.

Cada composição está sempre presente na hora H do game,mas é uma pena que existam ruidos e não falas para um game desse porte,ruidos estes que no inicio você até acha legal e engraçado mas que com o tempo ele passa a ser irritante para os ouvidos, mas isso não me desanimou e nem fez com que eu ficasse frustado pois essa épica aventura com gráficos,jogabilidade e uma excelente trilha sonora compensa qualquer probleminha.

Mas esse mesmo ruidos fizeram com que eu não desse nota maxima para o mesmo,fica também minha decepção por não existir mais a Clover e assim sonhar com uma continuação e correção desse defeito. O jogo em si é muito facil mas também muito divertido e os jogadores mais experientes ou os iniciantes tem motivos de sobra para experimentar esse obra de arte chamada OKAMI!

Conclusão:

Okami é uma obra de arte japonesa, com altas doses de criatividade e estética. Composições musicais do mais alto nível, envolvendo a todos com o tema oriental. Pincel mágico realmente é a coisa mais interessante dos últimos tempos, fazendo a jogabilidade ser extremamente versátil. Imersão e a interatividade do jogo é alta, mas pode se tornar um pouco enjoativo para mais chatos e impacientes. Um jogo totalmente original muito bem acabado nos minimos detalhes. Agora una a isso o seu visual único e temos uma nota mais do que merecida!

Okami é o tipo de game que mostra porque no mundo dos games cada vez mais devemos ver os jogos como arte, apesar de alguns se recusarem a aceitar o fato.

PS3 deverá mesmo receber games do PS2, afirma revista Edge!

Por: André Breder Rodrigues

Os donos de um PlayStation 3 que também curtem os games do velho de guerra PlayStation 2 podem ficar felizes: de acordo com o site da revista Edge, um documento de uma reunião entre Sony e Sega, ocorrida no dia 5 de agosto, acabou “vazando”, e por meio dele foi descoberto que a PlayStation Network (PSN), deverá receber em breve games do PlayStation 2 e do falecido console da Sega, o Dreamcast.

Os games do PS2 custariam entre US$ 10 e US$ 40, e eles ficariam armazenados no disco rígido do PS3 e funcionariam mediante o lançamento de um emulador para o console, que deverá ser disponibilizado em uma futura atualização de sistema.

Como já faz um bom tempo que a Sony não produz modelos do PS3 com retrocompatibilidade (sendo que o atual modelo slim definitivamente decreta o fim disso), e nem deverá voltar a produzí-los, esta é uma boa notícia para os gamers que desejam jogar os velhos games do PS2 em seu moderno PS3.

Fonte da notícia: www.edge-online.com

É hoje: Scooby-Doo! First Frights chega ao PS2.

Por: André Breder Rodrigues

Scooby-Doo! First Frights é um jogo de ação/plataforma que apresenta os carismáticos personagens da clássica animação da Hanna-Barbera em versões infantis (algo parecido com os desenhos da série O Pequeno Scooby-Doo), com um design estilizado e bem humorado.

O jogo utiliza uma dinâmica de jogo acessível e diversificada, uma jogabilidade similar a da franquia LEGO. A trama mostra os personagens em suas primeiras missões, quando a Mystery, Inc. ainda estava se conhecendo.

A ação se desenvolve de forma fluida, sendo que você encontrará várias plataformas, obstáculos e itens para coletar, sem contar os inúmeros quebra-cabeças ambientais (solucionados através do uso das habilidades particulares de cada um dos protagonistas).

Fonte da informações: www.baixakijogos.com.br

“Courtney Love já sacou o cheque do Guitar Hero 5!”

Por: André Breder Rodrigues

Dan Rosensweig, presidente da Activision, empresa responsável pelo Guitar Hero, disse a NME que Courtney Love, que ameaçou processar a Activision, já sacou o cheque que recebeu por ceder os direitos de imagem de Kurt Cobain. [NOTA: a declaração é uma crítica às reclamações de Courtney sobre a maneira como a imagem de Cobain foi usada no jogo, inclusive interpretando faixas de outros artistas.]

“Eu sei que há um contrato, e nós sabemos que o cheque já foi descontado. Eu só posso lidar com os fatos. Os termos são muito claros”, disse Dan. “Não há confusão. Nós falamos diretamente com o espólio (Courtney Love) de forma clara, temos os direitos, pagamos pelos direitos, como sempre fizemos. O fato é que o resto da banda e o espólio (Courtney Love) não se comunicam.”

Rosensweig acrescentou que ficou decepcionado quando Grohl e Novoselic falaram sobre o Guitar Hero, e disse que ficaria feliz em conversar com eles para tentar esclarecer as coisas. “Nós amamos dialogar com os artistas. Nós sempre queremos ouvir. Nesta circunstância houve uma confusão e nós gostaríamos de esclarecer. Não estamos evitando qualquer diálogo”.

Dan ainda disse que a disputa real é entre Love, que controla o patrimônio de Kurt, e o resto da banda.

Notícia retirada do Whiplash.


PlayStation 2 Imortal

Venha relembrar aqui os grandes clássicos do 128 bits da Sony!
setembro 2009
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